quarta-feira, 12 de outubro de 2011

♞ ALFA - Cap. II - O INÍCIO DE UMA SOBREVIVÊNCIA

E finalmente saiu! O prometido segundo capítulo saiu! sem mais demora, com vocês : O INICÍO DE UMA SOBREVIVÊNCIA!!!




-Eu aprendo rápido? E você? Sabe? – pergunta começando a descer as escadas
-Apenas na teoria. –responde o outro com um sorriso apreensivo, olhava de um lado para o outro, enquanto armava as pistolas tentando se lembrar de alguns vídeos que tinha visto. Os dois tinham um péssimo pressentimento... Algo de muito ruim estava acontecendo e não sabia o que era, por enquanto...
Os dois dão, simultaneamente, um forte chute na porta, arrombando-a.







CAPÍTULO II
O INÍCIO DA SOBREVIVÊNCIA

O Céu ficava cada vez mais escuro, uma densa camada de nuvens impedia a passagem do mínimo raio de luz solar, os postes de luz começavam a acender embora os relógios marcassem 9:23 da manhã. Nas ruas da cidade o caos estava formado, as forças militares se espalhavam rapidamente, as ordens foram dadas muito em cima da hora, embora o plano existisse desde os anos 80. A Marinha havia sido a última acionada. A maior parte da Marinha Brasileira encontrasse dentro dos rios, por toda a bacia amazônica. As fronteiras oceânicas estavam extremamente enfraquecidas.

Quando entraram na sala, havia menos da metade dos alunos presentes. Daniel e Diego vieram ao encontro de Davi e Douglas, olharam-nos com assombro quando viram as armas em suas mãos.
-Que diabos...?
-Não temos tempo! Não faço idéia do que esteja acontecendo mas com certeza o que está havendo é muito sério! – falou Davi interrompendo Daniel enquanto Douglas trancava a porta.
-Ficaram apenas eles!- sussurrou Diego apontando para os colegas
-Cuidamos deles depois. – fala Douglas
Davi havia se aproximado da janela, estreitou os olhos e quando conseguiu enxergar o que queria arregalou-os com assombro.
-Mas que p...! O que é aquilo?
O Colégio onde estudavam ficava em frente de uma grande avenida, da sala onde estavam podiam ver uma das pontas. Quando os outros vieram ver o que era viram formas disformes avançando aos milhares pela rua. Subiam em carros, atacavam o que estivesse pela frente, alguns subiam nas casas e tentavam escalar as paredes dos prédios. Uma pequena guarnição de policiais militares tentavam conter, aos tiros, mas a desvantagem era gritante e em pouco tempo foram devorados pela onda negra que se aproximava.
-Meu Deus! Era o que falávamos agora a pouco!- Davi não acreditava no que estava acontecendo, estava com as mãos na cabeça enquanto se afastava da janela. Todos estavam atônitos.
O som de tiros se intensificou. A Vila Militar ficava ali perto, provavelmente estavam sendo atacados também.
-Parece que todos os Oficiais abandonaram o Colégio!- informou pesarosamente Daniel fechando e trancando as janelas.
Gritos de pavor, berros horrendos, tiros, e muita correria pelos corredores. A caixa de som dentro da sala continuava a berrar ordens deixando todos mais tensos.
-CALA A BOCA!-grita Davi disparando e estilhaçando a caixa, a tensão do tiro deu espaço ao silêncio.
Vários minutos se passaram... A sala foi se esvaziando mais ainda. Daniel empurrou a mesa do professor contra a porta a fim de mais ninguém entrar ou sair. Dos quatro colegas todos pareciam ter alguém para acalmar. Douglas estava abraçado a uma garota a quem conhecia a muito tempo, estava lhe falava algo com voz trêmula, Daniel parecia conversar com um pequeno grupo de três colegas que haviam ficado, Diego também era abraçado, o único que se mantinha afastado era Davi. Sentado em cima de uma carteira, em um canto isolado refletia e tentava entender o que acontecia, mantinha uma única expressão e seu olhar estava fixo no chão. Piscou os olhos rapidamente despertando de seu torpor. Pôs-se de pé, caminhou até a janela, abrindo-a olhou para fora vislumbrando a caótica cena. A horda de criaturas disformes estava a uns 200 metros do Colégio. Sentiu uma mão pousar em suas costas e logo entrou um rosto em sua visão. Era Mark, colega dos quatro havia muito tempo. Estava pálido mas ao contrário do que Davi pensava não trazia medo em seus olhos, apenas apreensão.
-Man, e agora? O quê que é isso?
-Eu realmente não sei o que está acontecendo. Mas sei que teremos que lutar por nossa sobrevivência.
Mark silenciou em resposta.
Douglas desvencilhou-se gentilmente dos braços de Clara e foi à janela, emparelhou com Davi do lado oposto de Mark.
-Alguma idéia, Black?
-Sim, Angel. –estavam se tratando pelos codinomes como sempre faziam quando bolavam alguma estratégia, seja em brigas como para derrubar algum professor, ou simplesmente para coordenar a turma em algum trabalho de classe grande, desses que são realizados fim de ano.
-Angellus.- corrigiu Douglas, nos últimos meses este afeiçoou-se com a língua latina. Sorriram mas não por muito tempo.
-Parece com nossas histórias...
-Sim, parece e vamos ter que agir assim como planejamos. – respondeu Davi
Douglas arregalou os olhos, espantando. Mas no fundo sabia que seriam assim.
-É irmão... tempos difíceis virão.-falou Davi- Sempre quis falar isso. –falou dando risada sendo seguida por Douglas e Mark.
Alguém desatou a chorar escandalosamente, os três se viraram. Taís... estavam em prantos, mas havia mais histeria do quê outra coisa naquele choro. Daniel tentava consola-la. Davi lançou-lhe um olhar de puro desprezo destilado. Douglas tocou-lhe o ombro lhe lançou um risinho sarcástico.
-Vai com calma.-advertiu-lhe
-DANIEL!- chamou Davi. O outro atravessou a sala a passadas largas enquanto Douglas chamava Diego tentando desgruda-lo das meninas.
-Agora que estamos os cinco reunidos...-começou a falar Davi, explicando suas deduções e sugestões para o plano de fuga, no final ensinou a cada um como montar e desmontar as pistolas- ...Ainda teremos chance de treinar tiro, mas não aqui e não com essas balas, podem ser preciosas.
-Não sabemos a gravidade da situação ainda. – explicou Douglas.
Todos juntaram suas coisas. Combinaram de verificar a situação, aguardar o máximo que puderem no colégio e depois tentar sair. Dividiram-se em duplas. Daniel e Davi, Douglas e Diego. Prepararam-se para sair da sala.
-Onde vocês vão?!-Fernanda, melhor amiga de Thaís, não deixou de escapar um tom de desespero na voz
-Fiquem aqui... se quiserem. Voltaremos dentro de algumas horas.-respondeu Daniel
Desceram as escadas que iam para o segundo andar. Separaram-se, um para cada ponta do colégio.
-Como você aprendeu a manusear armas?- perguntou Daniel, já sabia a resposta, mas o silêncio de ambos era incômodo.
-Internet. - respondeu Davi subindo no corrimão e deslizando muito mais rápido. Daniel saltou vários degraus para poder alcançá-lo. O colégio estava aparentemente vazio, mas ambos sabiam que os funcionários provavelmente estavam escondidos.
Desceram rapidamente os três andares. Chegaram ao pátio interno, atravessaram os jardins, mas quando chegaram à portaria esta estava em tumulto, vários alunos tentando sair, funcionários impediam. Haviam trancado os portões internos. Mas Davi era experiente no Colégio, fazia amizade com facilidade com os funcionários dos escalões de base, tinha conhecimento de corredores que levavam com facilidade ao lado externo. Daniel já tinha conhecimento de alguns e seguiram para a cozinha, em dois minutos estavam no pátio externo. A maioria dos carros não estava mais lá. Uns dez funcionários fechavam as grandes grades que separavam o pátio externo da rua. Escoravam as grades com o que achavam na área. Davi correu para a rua. Por um minuto sua respiração falhou, o ar ficou preso em um nó na sua garganta, o estômago embrulhou, foi como se o chão ruísse. À sua frente uma horda de seres deformados avançava como uma grande onda prestes a engoli-lo. O rapaz congelou como nunca havia congelado. Uma massa de garras, presas, e carne podre. Voltou a si com um grito que penetrou seus ouvidos, trazendo-o de volta. Disparos eram realizados. Daniel estava do lado de fora do portão atirando contra o exército sombrio que avançava. Davi não se dera conta o quanto havia avançado na pista, estava exatamente na divisão das faixas. Puxou sua pistola da parte lateral da mochila, destravou-a e disparou. Corpos caíram com um baque seco no chão, mas para cada corpo que caía, havia mais cinco para pisoteá-lo.
-VEM, VEM, VEM! ENTRA! ENTRA NO PÁTIO!
Correndo e atirando para sua lateral, Davi, parou no portão e realizou mais alguns disparos, abatendo mais criaturas. Atirou-se para o pátio, caindo no chão, os funcionários acionaram a porta menor, cerrando o Colégio para a rua. A grade metálica envergou e rangeu com a pressão de milhares de seres que tentavam passar por entre as frestas. Davi ofegava e transpirava. Estava no chão ainda olhando o que antes foi uma avenida vazia. Os funcionários haviam arrancado as lanças onde eram hasteadas as bandeiras e tentavam derrubar as criaturas que subiam pela grade.
Mas era quase impossível defender tudo, eram mais de 100 metros de muro em linha reta que fazia fronteira direta com a avenida, três portões de grade para serem defendidos. Davi levantou-se e olhou por cima do ombro de Daniel, três criaturas haviam caído para dentro do pátio. Se arrastavam e lentamente ficaram de pé. Demorou alguns segundos mas logo começaram um corrida desajeitada para onde os rapazes estavam. Daniel não precisou de palavras para entender. Se virou e ergueu o revólver que portava. Disparou três vezes antes da arma dar um estalido indicando a ausência de cápsulas no tambor. Estavam a uns 40 metros, distância suficiente para os três disparos terem sido efetuados sem sucesso.
-COMO ABRE ISSO?!-gritou Daniel tentando abrir o tambor do pequeno calibre 38.
-Faz assim!-falou Davi arrancando a arma das mãos de Daniel- Mas como?! Como você conseguiu essa arma? – antes de obter resposta o rapaz sacode a cabeça negativamente- Esquece!- entrega a pistola para Daniel- Mire no peito e um pouco para a esquerda se você é destro! – ajoelhou-se, destravou e sacou o tambor, pondo as munições em cada câmara. Daniel havia abatido dois dos seres estranhos. Mas já havia duas dúzias destes no pátio sendo combatidos pelos funcionários. Faxineiros, motoristas, porteiros... todos se transformaram em guerreiros quando os mais altos oficiais do local haviam se acovardado. Davi ergueu o revolver, mirou, sentiu o dedo sob o gatilho... a criatura tombou frações de segundo depois de um tiro poderoso. O revolver que o rapaz portava ainda continha todas as balas, olhou para os muros internos do colégio. Diego ainda estava em posição de tiro com um rifle que logo reconheceu como um Winchester de ação por ferrolho. Daniel entregou a pistola vazia para Davi e pegou o revolver enquanto seu colega carregava um cartucho carregado. Sacou de dentro da mochila um coldre e o prendeu na cintura e na perna, guardou sua pistola e correu em direção aos muros internos. Daniel disparava, mas a maior parte de seus tiros ficavam cravados nos muros ou no chão. Os três colegas se esconderam atrás dos arbustos do pequeno jardim exterior.
-Onde você conseguiu isso? – perguntou Davi com espanto olhando o rifle nas mãos de Diego
-Parece que eles acharam a sala de armas. – foi Daniel quem respondeu
Diego estava familiarizado com algumas armas de cano longo, vez ou outra seu pai o levava para caçar em sua fazenda no interior do Estado.
Algum tempo depois estavam subindo as escadas novamente, mas pararam no segundo andar, tomaram um caminho diferente sendo guiados por Diego. Lá encontraram Douglas enchendo as sacolas da equipe esportiva do colégio com armas e munições.
Davi abriu um largo sorriso. Sempre quis entrar naquela sala, mas não era permitido a nenhum aluno entrar naquela ala.
-Peguemos tudo! Na sala escolheremos o que será melhor para levar!
Subiram o último lance de escadas muito lentamente, cada um carregava no mínimo uns dez quilos.
O terceiro andar jazia deserto... Bateram à porta. Bateram novamente... Forçaram a porta. Socaram a porta com força. E nada. Daniel pegou uma escopeta calibre 12 de sua sacola.
-Como se carrega isso aqui?-falou com um sorriso sádico nos lábios
-Depois... - falou Davi- ABRAM A MALDITA PORTA SE HOUVER ALGUÉM AÍ. ABRAM SE NÃO QUEREM QUE UM TIRO ATRAVESSE ESSA PORTA!- esperaram - ALGUÉM PODE SER ATINGIDO! – a voz habitual do rapaz geralmente era calma e tinha um forte sotaque de quem não era do país, embora fosse... em parte. Mas quando ordenava algo era diferente, com o passar dos anos aprendeu a pôr medo em quem ordenava.
Ouviram movimentos atrás da porta e quem abriu foi Mark.
-Tivemos problemas e divergências, desculpe... - sua frase não foi terminada, os quatro colegas entraram bruscamente na sala.
-Que tipo de brincadeira da p... foi essa? – bradou Daniel
- Vocês querem que todos morram? É isso? – perguntou Douglas
Davi atravessou a sala para o canto isolado de sempre. Diego foi para outro canto. Mark trancou mais uma vez a porta com a barricada improvisada de carteiras.
Davi despejou as armas no solo, todos olharam assombrados... todos menos seus colegas que fizeram o mesmo.
-Ok, vamos separar as munições e os tipos de armas,
Acabaram por ficar com mais tipos de munição que armas. Cinco revólveres, seis pistolas, quatro rifles, duas escopetas calibre 12 pump action, uma espingarda duplo cano calibre 16 e os outros equipamentos que incluíam coletes, óculos, máscaras de lã, luvas e armas brancas pequenas.
-Bom, temos dezoito armas de fogo, alguns bons equipamentos, porém nos falta munição para uma defesa aceitável. – anunciou Davi
-Só não temos algo importante se formos ficar aqui por um tempo... –falou Douglas chamando os olhares de todos
Daniel bateu a mão em sua testa como se lembrasse de algo importante.
-Comida! – falaram os dois juntos.
-Putz! Que merda!- exclamou Davi – Água também!
-Que gênios! – falou ironicamente Diego
-Ok! Chega! Temos tempo!- interveio Davi – Alguém está com fome? – perguntou para a turma, ou para o que restou dela.
Ninguém se pronunciou.
-Posso falar com vocês na outra sala?- perguntou Davi. Os outros, menos Diego concordaram.
-Vou ficar um pouco aqui, tenho que conversar com as meninas.
Daniel, Douglas, Mark e Davi saíram para a sala ao lado.
-Então, como a gente combinou, vamos saber o que temos que enfrentar e amanhã pela manhã sairemos. Correto?
-Foi o que combinamos. – falou Daniel
-Ok. Quando partirmos, já sabemos o que levamos. Qual o nosso roteiro? – silêncio – humm... Sugiro que passemos em nossas casas... pelo menos nas mais próximas. Não temos muita munição...
-Como assim? – interrompeu Douglas – Como não temos muita munição? Eu vi bastante!
-Você não viu o que vimos lá em baixo! Gastamos muita munição se comparado com o que temos. Se continuar assim, gastaremos tudo em dois dias!
-Dois dias!?- falou Mark
-Vocês acham que vamos sair daqui sem disparar nenhum tiro? Não sei com o que estamos lidando mas parece que estamos lidando com... com...
-Zumbis.- Completou Daniel
-Mas havia algo mais! Eu vi! Só não sei explicar. Era mais que aqueles zumbis lerdões dos filmes! – falou Davi – Continuando... Primeiro, minha casa é a que fica mais próxima, depois a de Mark. Acho que não vai ser viável ir na casa de Diego e na sua, Douglas. É muito arriscado atravessar a cidade sem saber o que há lá fora. E agora um assunto mais delicado e que uma hora ou outra teremos que falar! – suspirou e falou com um certo pesar na voz – Quem iremos levar conosco?
E o silêncio pairou na sala, pesado e sufocante. O coração de Daniel estava pesado, pois sabia que seus amigos que ficaram na outra sala não seriam aceitos no grupo. Thaís tinha conquistado a antipatia de todos até mesmo do próprio Daniel, mas este ainda sentia por Fernanda e Mateus, seus colegas próximos mas que não tinham afinidade nenhuma com Davi, Douglas, Diego muito menos com Mark a quem subjugaram a vida toda. Daniel queria poder fazer algo mas preferiu o silêncio.
Douglas se lembrou com um temor de Clarissa, sua amiga e companheira. Sempre prezou pela imagem de antisentimentalista mas agora era pra valer. Pensou também onde estaria seu amigo Hanta, moravam perto um do outro, mas estudavam em séries diferentes. Por fim ficou em silêncio pensando no próximo passo.
Mark não sentia por ninguém. Não estava preocupado com ninguém em especial, apenas queria de alguma forma fazer algo importante. Com ou sem o grupo.
Davi abaixou a cabeça, olhou para a mesa. Ele sabia que, na maioria das vezes, era ele quem coordenava os trabalhos e projetos, mas que aquilo não era nenhum trabalho escolar, sabia que ali estariam todos lutando por sua vida. No grupo não havia um líder mas sim, quatro líderes e, para que a idéia de um fosse aceita todos deveriam concordar. Sabia que o fardo que iriam carregar era grande. Seu coração pesava por muitas pessoas, algumas em especial mas nunca deixaria isso transparecer.
-Diego, Douglas, Mark, Daniel, Thiago, Alan, Catarina, Jackeline, Ana e Davi. Essa é minha indicação. – falou calmamente Davi, deixando uma folha de papel com os nomes anotados em cima da mesa em que estavam sentados - No mínimo teremos uma arma para cada um, sem contar com as que já possuíamos. Por favor, façam o que acham que é certo – dizendo isso se retirou.
Suas escolhas foram um por motivos óbvios. As pessoas que estavam mais próximas: Mark, Douglas e Daniel, Diego por ser do grupo e ser muito inteligente. Alan por que era atleta, tinha um bom físico além de ser criativo, teria que levar Janaína não por vontade própria, mas por que Alan não iria sem sua namorada. Escolheu Thiago e Catarina por serem nerds que lhe seriam úteis além de que Davi e Thiago eram amigos faz muitos anos. E Ana por que tinha conhecimentos que quase ninguém “normal” teria, embora não tivessem quase proximidade.
Entrou na sala sentiu os olhares sobre si, sentou-se ao seu canto. Diego estava, pra variar, com as meninas que não desgrudavam dele. Seus ombros estranhamente estavam pesados. Havia escolhido as pessoas como sempre as escolhia... como ferramentas.










Espero que tenham gostado, e na próxima semana : Capítulo III - A PRIMEIRA NOITE 

4 comentários:

Monny e Deni disse...

Devo novamente deixar mais um comentário!
Sou muito sortuda. Tenho amigos que gostam de escrever: Erikita está terminando seu livro de terror, Rodrigo fez o seu sobre sua vida, Maria psicografou um maravilhoso livro e agora você trazendo estes capitulos deslubrantes!...

Esse segundo capitulo foi maravilhoso! E tenho certeza que o 3° também será...

Continue assim Duque,
está indo no caminho certo....

De sua fã número 1: Srta!

Dark Angelus disse...

Cara,ficou muito legal.Continue assim está otimo.Não sei pq mas o meu personagem preferido é Douglas!kkkkkkkk

♞ Davi Arteac ♞ disse...

Monny, na verdade somos nós que temos sorte em ter uma leitora tão assídua. É realmente uma honra para mim ter uma fã Nº 1 como a Srta. Seus comentários me dão motivação a prosseguir.

Tendo um tempo para prosseguir eu postarei o 3º cap.

Um grande abraço

Duc

♞ Davi Arteac ♞ disse...

Valeu Dark Angelus! Todos acabamos nos afeiçoando a um certo personagem, não é? Espero poder ver em breve seus contos aqui também.

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